sinto falta de um defeito. de uma ironia fora de hora. de um beijo na boca sujinho e bêbado. de um assassinato limpinho e sóbrio. da falta de senso, da vontade de se desencaixar. do exótico, do esquizofrênico e daqueles males que me fazem bem. bem não por serem bons, mas porque exatamente me fazem fazer o que faço de melhor: fingir que sei do que estou falando.
parem de me apontar.
eu não sou louca.
eu sou a loucura.
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